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DEPRESSÃO MATERNA: Como isso afeta seu filho

Um novo estudo feito com 438 famílias mostrou que sintomas recorrentes de depressão materna podem influenciar o comportamento das crianças na primeira infância

 

Bruna Menegueço

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Após o nascimento do seu bebê, a rotina muda. Tudo parece bem, mas, de repente, você desperta uma manhã mais triste, com menos vontade de levantar da cama. Aos poucos, começa a sentir muito mais ansiedade, raiva, cansaço. Quando tudo isso começa a atrapalhar o seu dia a dia e convívio com seu filho e família, é hora de procurar um médico. Você pode estar com depressão - e esses sintomas não prejudicam só você.

Um estudo realizado pela Universidade de Adelaide, na Austrália, publicado na revista científica Pediatrics revelou que crianças cujas mães apresentam sintomas recorrentes de depressão têm mais chance de desenvolver problemas de comportamento aos 5 anos.

A pesquisa acompanhou 438 mães e seus filhos (227 meninas e 211 meninos). Os cientistas pediram às mães que preenchessem questionários durante a infância das crianças entre 2 e 5 anos. Após a análise das informações, os pesquisadores perceberam que sintomas recorrentes de depressão materna quando as crianças têm entre 2 e 3 anos se tornam um fator de risco para o desenvolvimento de problemas comportamentais aos 5. Enquanto que sintomas constantes da doença não afetam o desenvolvimento delas.

Para o psiquiatra Sérgio Klepacz, do Hospital Samaritano, em São Paulo, o estudo comprova que quando a criança se sente insegura, principalmente em relação às pessoas próximas a ela e ao meio em que vive, o seu grau de estresse aumenta e afeta o seu comportamento. “A depressão da mãe se torna um problema quando ela não é constante, ou seja, quando apresenta oscilações de humor”, diz. “Se a mãe sofre com depressão com os mesmos sintomas, a criança não sofre com isso porque já sabe o que esperar”, diz. Ou seja, se a doença da mãe não for tratada corretamente e voltar após um período, há mais riscos para as crianças.

Outro dado que chamou a atenção dos pesquisadores foi a influência positiva dos cuidados de outras pessoas nesses primeiros anos de vida dessas crianças: mesmo meio período na creche (o chamado cuidado formal), por volta dos 2 anos, já teve um impacto significativo no comportamento delas anos depois. Já os cuidados ditos informais (outras pessoas que não eram profissionais) não fizeram tanta diferença nesse caso. O mais importante dessa pesquisa, portanto, é mostrar para as mães que sofrem com depressão a importância buscar ajuda especializada, dividir as tarefas e, assim, preservar a criança.

5 maneiras de lidar com uma discursão

MANEIRAS DE LIDAR COM DISCUSSÃO NO RELACIONAMENTO

1. Retrair . Se voce tem a tendencia de ver o conflito como uma inevitabilidade desesperançosa sobre a qual voce mesma não tem controle. Pode nem se dar o trabalho de tentar.Talvez voce se retraia fisicamente se retirando do ambiente ou psicologicamente  evitando de falar, ignorando ou isolando tanto que o que for dito não poderá atingi-la.

2.Ganhar . Se o seu auto-conceito for ameaçado ou voce tiver muita convicção de que deve cuidar dos seus próprios  interesses, talvez escolha este método. Se voce tem uma posição de autoridade e ela é ameaçada , ganhar é um contra ataque. Independente do custo , o alvo é ganhar!

3. Ceder . Frequentemente vemos placa nas rodoviasindicando que devemos ceder aos outros o direito de avançar. Elas são colocada ali para nossa propria proteção. Se cedemos num conflito também nos protegemos. Não queremos arriscar uma confrontação, por isso ceemos para viver bem com o parceiro.

4. Conceder. Vce dar um pouco para receber um pouco.Voce descobriu que é importante desistir de algumas de suas ideias e exigencias para ajudar a outra pessoa a dar um pouco. Voce nao quer ganhar o tempo todo e nem quer que a pessoa ganhe o tempo todo.Essa abordagem envolve concessões de ambas as partes e tem sido chamada de tecnica de barganha.

5. Resolver. neste estilo de lhe ar com os conflitos, a situação, atitude ou comportamento é mudado por uma conversa direta e franca. O casal esta disposto a passar o tempo trabalhando a diferença, para que, embora os seus desejos e ideias originais tenham mudado, ambos fiquem satisfeito com a conclusão que chegaram.

CONCLUSOES;

Retrair é a pior maneira de resolver uma discussão, o relacionamento sofre e é difícil ver as necessidades serem satisfeitas. O relacionamento é impedido de crescer e se desenvolver.

Ganhar faz voce atingir o objetivo, mas ao mesmo tempo sacrifica o relacionamento. Voce ganha a batalha , mas pede a guerra. Ganhar pode ser uma vitoria vazia.

Ceder tem valor mais alto porque parece construir o relacionamento mas os alvos e necessidades são destruídos , o que pode alimentar o relacionamento.

Conceder é uma tentativa de trabalhar o relacionamento e obter satisfação de algumas necessidades. Pode haver um sentimento de inquietação após o acordo e alguns valores podem ficra comprometidos.

Resolver o conflito é o ideal, o qual deveriamos trabalhar em nossos relacionamentos. Porque fortalece e quando os conflitos são resolvidos, ambas as partes ficam satisfeitas. Leva mais tempo e envolve ouvir e aceitar, mas vale a pena.

Extraído do Livro “Perguntas que as mulheres fazem sobre intimidade”

ABORTO – UMA ENTREVISTA COM FERNANDA BRUM

 

“Fiz das minhas tragédias meu ministério” “Fiz das minhas maiores tragédias o meu maior ministério” Em entrevista exclusiva ao Portal, Fernanda Brum fala de sua experiência com o aborto, do trabalho do AMGI de preservação da vida, com um recado às mulheres Se não de todos, ao menos para maior parte do público que sempre a acompanha, seu testemunho de vida já conhecido e sempre uma inspiração e força para continuar em frente na vida, em especial as mulheres. Hoje mãe de dois filhos, Fernanda Brum já passou pela amarga e dolorosa experiência do aborto espontâneo. As curetagens, procedimento cirúrgico que permite restabelecer a saúde e salvar o útero para uma próxima gestação, foram parte nesse processo. Ela passou por quatro. “Tive indicação médica por causa dos embriões mortos em meu ventre. O coração parava de bater após um descolamento de placenta e eu ficava com o embrião morto na barriga, tomando medicamento para induzir a eliminação espontânea do embrião. Algumas vezes lembro-me de ter voltado da anestesia gritando: ‘Meu bebê, meu bebê!’”, detalha Fernanda. Nessa entrevista que concedeu com exclusividade ao portal Lagoinha.com na ocasião de sua vinda a Belo Horizonte (MG), por conta do evento Noite a Favor da Vida, promovido pelo Ministério AMGI (Apoio às Mulheres com Gravidez Indesejada) da Igreja Batista da Lagoinha, Fernanda Brum fala sim, de sua experiência com o aborto, mas também do próprio trabalho realizado pelo ministério e sua parceria com o mesmo, da ocasião de sua vinda para o evento, e, claro, da própria questão do aborto, com um recado às mulheres. Ela que, depois da Igreja Perseguida, é defensora aguerrida da causa da mulher e da vida. E a propósito, sobre o tema, ela é clara e irredutível: “Não somos dos que abortam. Somos dos que adotam. O aborto é uma violência terrível contra a mulher e contra a criança”. Sobre quem decide por essa terrível prática, ela diz: “Não temos como convencer uma mulher a não abortar com uma lei somente. É preciso o poder do Espírito Santo, o único que convence, o único que se move e o único que nos move a ter compaixão”. Segue, então, a entrevista nesse clima e tom de compaixão, a favor da vida: Lagoinha.com (LC): Como se sente por ter participado mais uma vez de um evento como esse do AMGI de porte e peso de valorização da vida? Fernanda Brum (FB): Fico muito feliz de enxergar por esse prisma. E o privilégio de estar aqui é porque eu enxerguei isso. Tem gente que não enxergou ainda. E é pelo Espírito que a gente enxerga certas coisas. Estou muito feliz de estar incluída, de ser útil. Tem mérito nenhum nisso. O mérito, na verdade, é do AMGI, de estar na frente, cuidando, lá na ponta, de cara com as mulheres. Estou aqui só para abanar uma fogueira do Espírito. Eu quero que pegue fogo no Brasil todo. LC: Essa iniciativa sua de participação e parceria com o AMGI se deu também por conta de sua própria experiência e seu testemunho em relação ao aborto? FB: Principalmente. Eu passei a odiar o aborto depois que perdi quatro crianças. Eu acho que uma mulher só sabe o que é o aborto depois que aborta. Na verdade, nem precisa passar por isso, porque sabe que é ruim. Mas quem passou pelo drama, pela dor e pelo terror do aborto conhece-o bem a fundo. As minhas experiências me fizeram odiar o aborto com todas as minhas forças. Como odeio o aborto e amo as mulheres! Não quero que elas passem por isso. Seu eu pudesse evitar, eu evitaria que elas passassem por isso. De alguma maneira, essa é a minha contribuição do beija-flor que traz um pouquinho de água numa mata incendiada. A minha parte tem sido feita, e espero que cada um faça a sua própria parte. LC: Em breves linhas, só para que as pessoas saibam, o que diria de sua experiência e seu testemunho e como lidou com tudo isso? FB: Eu lidei muito mal com tudo isso. Tive quatro experiências com o aborto, sendo três curetagens. Na primeira, graças a Deus, não precisei de curetagem. Na primeira, me abstrai. Não entendi, não levei a sério. No segundo aborto é que caiu a minha ficha de que havia uma criança morta dentro de mim. Era sempre assim: gerava-se até três meses e depois parava de bater o coração. Já era então um feto de um primeiro trimestre. Era uma expectativa muito grande porque havia mudanças o corpo, você sentia vontade de comer mais, desejo, enjôo, aquelas coisas naturais, de repente, parava o coração do bebê. Eu descobria no exame de ultrasom. Os dois abortos depois que tive o Isaque foram mais difíceis porque eu já tinha tido uma criança mexendo dentro de mim. Eu já sabia o que era uma gravidez, a expectativa de ter outro filho era tão maravilhosa, a certeza de que estava curada, de que isso não iria se repetir, e de repente, a decepção de viver, de novo, a mesma coisa, depois da fé de ter sido curada e ter recebido o Isaque. Não tem explicação o que eu vivi. O último foi mais duro porque eu fiquei um tempo com ele morto algum tempo na minha barriga. Tive de andar algum tempo dentro de um shopping para ter dilatação e as pessoas me vendo e me perguntando: “Olha, como vai? Você está grávida?” E eu respondia: “Nãããooo!… Estou grávida, mas o bebê está morto”. E elas retrucavam: “O que está fazendo então aqui?” Foram situações bem dramáticas, difíceis e de muita dor física também. Porque o aborto dói. As contrações, a curetagem, o pós-operatório, o Endométrio todo mexido, e depois de uma nova gravidez o bebê colar numa parede que não foi mexida é um milagre. Foram então experiências terríveis que não queria que ninguém vivesse, nem espontaneamente, nem propositadamente. Foram seis gestações ao todo, sendo quatro abortos espontâneos e duas de fetos vivos, porque meus filhos, Isaque e Laura, estão vivos hoje. Foram dois antes do Isaque e dois depois dele, até chegar a Laura. LC: Uma palavra para mulheres que tiveram uma história semelhante a sua. FB: Perseverem e procurem a medicina. Mas em primeiro lugar, procurem o Senhor. Deus pode usar a medicina para nos abençoar, mas no meu caso, a única coisa que lancei mão da medicina foram de óvulos de hormônios que o medico pediu que eu utilizasse para aumentar a capacidade de implantação do embrião. Mas não tive nenhum tipo de ajuda como fertilização in vitro. Até procurei, mas quando o fiz, já estava grávida. Não sou contra. Acho até que as pessoas devem procurar a ciência. Mas em primeiro lugar, ao Senhor, porque é Ele quem sopra a vida. E não tem ciência que dê jeito se Deus não soprar a vida. Perseverem e sigam em frente. LC: Para mulheres que tiveram ou não uma experiência com o evangelho, mas tem uma percepção pelo próprio dom da vida e passam ou passaram por uma situação de aborto quando desejavam ter um filho, Deus nessa hora parece ser uma ironia. E você passou por isso. O que diria para elas que nessa hora acreditam que Ele está tão longe? FB: Eu tinha um pavor de não amar a Deus. Quando estava passando por essas situações, alem do drama que vivia, o tempo todo me perguntava: “Será que eu amo a Deus anda?” Era meu desespero, mas sempre descobria que O amava e ficava em paz. Eu não estava nem falando com Deus. Estava de mal dele de certa forma, ou magoada naquele tempo. Mas eu sempre me perguntava se O amava. Meu maior medo era deixar de amá-Lo. E isso eu não consegui porque Ele não me deixou de amar. Mas as pessoas devem falar com Deus com muita certeza, muita clareza. As pessoas não podem ignorar suas dores, e num momento desses elas devem conversar com Deus no seu quarto, em secreto, tudo aquilo que pensam. Foi assim que fui curada, falando tudo que sentia para Deus. Porque os que choram, serão consolados. Não podemos ignorar o luto. Ele tem um tempo para se organizar, fazer morada e depois ir embora. Se você não encara o luto, você fica com ele para sempre dentro de você. LC: Para mulheres que não tiveram um aborto espontâneo, mas optaram por ele de fato, já o praticaram, e hoje convivem com a tormenta, a dor, o peso e a condenação própria e até dos outros, o que diria? FB: Procurem um líder evangélico, um pastor, uma pastora, uma mulher principalmente, e que tenham esse perdão liberado da boca deles. Isso faz toda a diferença. Eu atendo mulheres assim e quando ouço a história delas, quando elas choram, se arrependem, e a gente ora junto, eu as libero. Uma das minhas “ovelhas” (é assim que a gente chama quem está sendo pastoreado) agora está grávida e que passou por uma situação bem assim. E quando não esperava, engravidou, logo depois que a gente orou acerca disso. Nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus. O sangue de Jesus não é suco. É de verdade. E ele nos perdoa de todo o pecado. LC: Uma palavra para quem vive uma experiência de uma gravidez inesperada ou indesejada e cogita a possibilidade do aborto. FB: Procure o AMGI correndo. Lá tem socorro, amigas, gente para ajudar em tudo. Desde que você realmente queira ser ajudada. Sempre digo que a mulher tem direito sobre seu corpo até receber o homem sobre ela. Depois disso, ela perdeu o direito sobre seu corpo, e principalmente sobre o corpo alheio. Há uma lei hoje do nacituro que protege o embrião. O governo, a Câmara, os deputados, na verdade Brasília, libera um advogado em favor do feto. Então, se souber de alguém que quer abortar, por favor, chame um advogado, porque a lei paga, para ajudar e defender os direitos daquele bebê na barriga da mãe. É um negócio tão sério isso. Procure o AMGI. Lá tem como a gente ajudar. E Deus está em tudo isso. Às vezes Ele coloca uma porta aberta como essa para uma mulher que nem queria ter um filho e cura ela dessas mágoas de ser mãe. Todo mundo que procura o aborto tem uma mágoa de ser mãe e um peso a respeito disso. Tenho certeza que o Espírito Santo pode ajudar. Emocionalmente, intelectualmente, até por meio de psicólogos não evangélicos que conhecemos. Muitos trabalham lindamente na recuperação de uma mãe dessas que está numa gravidez indesejada, para aceitar o bebê e para entender o que está sentindo naquele momento. É um caminho e todos nós temos que ajudar. LC: Uma palavra de incentivo e apoio ao trabalho do AMGI e a toda sua equipe. FB: Não desistam, porque o trabalho de vocês não é em vão. No céu vamos descobrir quantos homens e quantas mulheres de Deus ficaram sobre a Terra e cumpriram com o seu propósito para esse tempo por causa do AMGI. Façam isso de coração inteiro e que Deus renove as forças de cada um, voluntários e funcionários, e que vocês sejam felizes e realizados no ministério que foi sugerido pelo Espírito Santo a todos vocês, a todos nós. LC: Uma palavra para mulheres que sonham um dia ser mãe, mas temem por isso ou por causa de histórias como essas. FB: As pessoas têm o direito de não ter filhos. Não sou radical a ponto de achar que quem não quer ter filhos tem problema. As pessoas têm o direito de ter filhos ou não. Porém, aquelas que não querem por medo, precisam repensar porque o medo paralisa tudo. Vai paralisar de ser mãe, mas também vai paralisar de ser esposa, profissional, em várias áreas. O problema é o medo. Então, não deixe de ter um bebê por causa de medo. Vença o medo e seja feliz no teu sonho. Se você não vai ter um bebê, então entreguem-se às coisas de Deus. Trabalhe mais na obra de Deus, dedique-se mais na igreja. LC: Dá para dizer, por tudo que faz hoje a favor da vida, que você fez da sua luta a sua lida? FB: Eu acho que fiz das minhas maiores tragédias o meu maior ministério. Acho que é por aí. LC: Uma palavra para o marido, Emerson, e aos filhos Isaque e à Laura. FB: Ahhhhh!…Eles são os meu amores, a trilha sonora do filme da minha fida. (Risos). Eu amo demais esse povo que Deus me Deus. Eu vivo para o Senhor e para eles. Lagoinha.com: Uma palavra final de agradecimento a tudo que viu e ouviu em relação ao evento, ao AMGI, e à sua vida e seu ministério. Fernanda Brum: Minha vida é agradecer (risos) porque sou muito feliz naquilo que eu faço. Sou muito grata a Deus porque Ele me escolheu para fazer algo maravilhoso, que é levar a Palavra dele. Em todo o tempo a minha vida é de ação de graças. E agradeço a Deus pelos amigos que ganhei, pelas pessoas que aqui estão comigo e que de uma maneira tão intensa, têm vivido o mesmo sonho, que é o de levar o evangelho a toda criatura, seja ela grávida ou não, uma abortante ou não, criança, velhos, empresários, ricos, pobres, seja quem for. Estamos aqui nesse tempo vivendo o derramar do Espírito Santo, porque todas essas pessoas estão na mesma visão. ::Marcelo Ferreira Redação Lagoinha / @Lagoinha_com marcelo.ferreira@lagoinha.com Para mais informações sobre o AMGI, acesse: www.amgi.org.br Para socorro e auxilio em caso de gravidez indesejada/inesperada, ligue para o AMGI: (31) 2551-8525 ou 2552-2799 Para mais informações sobre Fernanda Brum, acesse: www.fernandabrum.com.br

VIRGINDADE NÃO É OPÇÃO …É BENÇÃO!!!!

Aliança é uma das coisas mais importantes no relacionamento entre duas pessoas do sexo oposto. Quando falo em aliança, não estou me referindo ao anel de ouro que nossos pais usam. O anel é um símbolo desse pacto, mas A aliança em si é a decisão de que eu vou amar essa pessoa pelo resto da minha vida.

Nada, além da morte, pode quebrar uma aliança. Ela não pode ser desfeita. E a sua origem está na aliança que Deus fez e continua mantendo com o seu povo, de que Ele nunca nos deixará. Ele nunca nos abandonará (Hebreus 13:5). Ela é inquebrável. E é por isso que está em extinção nos dias de hoje. Com os divórcios e separações, a aliança tornou-se quebrável, clausurável, e discutível, tornando-se um mero contrato. Agora, onde entra a virgindade nisso tudo? O que o fato de me guardar virgem até o meu casamento tem a ver com a aliança? É aí que está uma das coisas mais belas e tremendas que eu ainda não tinha percebido. Se você está por dentro das histórias da Bíblia, sempre que alguém fazia uma aliança com Deus, havia um derramamento de sangue, um animal era morto. Era o símbolo da obediência ao Senhor.

Na aliança que Deus estabeleceu conosco, o sacrifício e o derramamento de sangue foram de Jesus, o que nos deu a certeza de que Deus nunca nos deixará, porque Ele deu seu único Filho para morrer por nós. Pensando nisso, você já imaginou o porquê da virgindade ser tão importante para nós? Quando o rapaz e a moça se guardam sexualmente até a noite de núpcias e têm sua primeira relação sexual, eles estão selando a aliança com Deus (a da obediência) e a aliança que fizeram um com o outro, não com sacrifício, mas com prazer, já que Jesus veio sacrificar-se em nosso lugar. Por isso, quando a Palavra nos adverte a nos guardarmos sexualmente puros, ao contrário do que muita gente pensa, Deus não está querendo “cortar o barato”, e sim, nos garantir o desfrute de uma bênção muito maior.

Existe benção por trás de uma aliança verdadeira. Existe benção por trás da virgindade. E ela deve ser considerada uma das coisas mais importantes em sua vida. Uma vez que você a perde, ela não mais será restituída fisicamente. Se você perde-la na hora errada, mesmo que depois receba o perdão de Deus, ainda assim ela não será trazida de volta. Sua virgindade é sua jóia preciosa, deve ser guardada e protegida como tal. Sei que hoje a coisa mais comum num namoro é transar e, por isso, manter-se puro sexualmente é muito difícil. Mas ser homem ou mulher “de verdade” não depende de quantas vezes a gente vai para a cama, mas está inteiramente ligado à nossa determinação e firmeza de dizer não. Agora, uma palavrinha especial para os rapazes. Vocês sabiam que foram criados para serem os protetores e defensores da pureza? Infelizmente, hoje em dia, muitos homens e rapazes são considerados os violentadores. E não são só os estupradores não. Muitos namorados forçam a namorada a perder a virgindade, não com violência física, mas moral. Essa não foi a função designada por Deus prá você. Na criação, a função do homem é proteger a mulher. Paulo recomendou a Timóteo que tratasse as moças com toda pureza, como irmãs (I Timóteo 5:2). E é assim que você deve agir. Não se deixe levar pelas mentiras sobre o amor e sexo, de que se você ama, transa, e se não transa, é fraco ou covarde. Creia que dizer não aos seus desejos é uma forma de já demonstrar amor para seu futuro marido ou futura esposa, com quem você irá selar uma aliança estabelecida por Deus. “O verdadeiro amor é paciente, é benigno, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses; o verdadeiro amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Cor 13:4-7).

Ariane Nishimura

fONTE:http://www.montesiao.pro.br/

Submissão

Submissão faz a diferença

A Bíblia ensina, no livro de Efésios 5: 22, que a mulher deve ser submissa ao marido. “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor.” Porém, em alguns relacionamentos, surgem séries de questionamentos no momento da submissão. Até que ponto deve-se ser submissa?

Como afirma Cristiane Cardoso no livro “Melhor do que Comprar Sapatos”, submeter-se ao marido é uma tarefa quase sempre muito difícil. “Especialmente se ele não parecer em nada com o nosso Senhor Jesus”, acrescenta.

De acordo com a escritora, um marido que não é cristão precisa que sua mulher seja cristã o bastante para que, no fim, ele próprio se torne um homem de Deus. “É preciso que ele veja algo na esposa que seja diferente do de todas as outras mulheres no mundo.”

A diferença a que a autora se refere nada tem a ver com a beleza, o amor e a amizade que a esposa oferece ao seu marido. Isso qualquer mulher pode oferecer! O diferencial está na submissão.

Cristiane Cardoso ressalta que submissão não significa que a esposa deva se submeter a ponto de se magoar, perder sua fé ou, até mesmo, destruir o próprio marido. “Deus nunca disse que as esposas devem ser tratadas como escravas e jamais depreciou os seres humanos.”

“Ele (Deus) criou a mulher para ser auxiliadora do homem. Se o seu marido a fere fisicamente, é seu dever ajudá-lo buscando conselho profissional – o que pode significar apresentá-lo à polícia se notar que sua vida está ou esteve em risco. Pode parecer que agindo desta forma o estará prejudicando, mas, na verdade, isto vai ajudá-lo a mudar”, explica a escritora.

Ela acrescenta ainda que “temos que nos submeter, mas não devemos ser tolas a ponto de destruirmos os nossos maridos ou a nossa fé em Deus. Submeta-se apenas se for para ajudar; caso contrário, sua submissão pode destruir tudo por completo”. (TA)

Agência Unipress Internacional

O DESAFIO DO AMOR (um trecho do livro)

O Amor se sacrifica
 

 
Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar aa pelos irmãos. – 1 João 3: 16 
 A vida pode ser difícil. Mas o que geralmente queremos dizer é que a nossa vida pode serdifícil. Somos os primeiros a sentir a dificuldade quando somos maltratados e perturbados.s a nos aborrecer quando somos os que se sentem destituídos ou depreciados.Quando a vida é difícil para nós, percebemos.  

 O amor faz sacrifícios. Ele lhe mantém tão sintonizado com as necessidades do seu cônjuge que geralmente você atende antes mesmo de ser solicitado. E quando você não nota previamente e precisa que o seu cônjuge diga o que está acontecendo, o amor age no coração doproblema. 
Mesmo quando a aflição do seu cônjuge se revela por meio de acusações pessoais, o amor demonstra compaixão em lugar de se tornar defensivo. O amor lhe inspira a dizer nao ao que você quer, para dizer simàs necessidades do seu cônjuge.
Foi isso o que Jesus fez. Ele deu a Sua vida por nós” para nos mostrar que “devemostambém dar a nossa vida por outros. Ele nos ensinou que a prova do amor está em reconhecer a  necessidade nos outros, e então fazer o possível para satisfazê-las. Porque tive fome, e me destesde comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prio e fostes ver-me(Mateus 25:35-36).
Esses são os tipos de necessidades as quais você precisa estar atento em sua esposa ou em seu marido. Em lugar de ficar chateado porque ele (a) não lhe trata do jeito que você espera, deixe o amor lhe separar dessa auto piedade e voltar a sua atenção para a necessidade do seu cônjuge.
 
 Ele sente fome” - precisa de você sexualmente, mesmo quando você não está a fim?

Ela tem “sede- anseia pelo tempo e pela ateão que você dá a todas as outras pessoas?

Ele parece um “estranho- inseguro no trabalho, precisando que o lar seja um refúgio e um santuário?

Ela es“nua- assustada ou envergonhada, desesperada pela proteção da afirmação do seu amor?

Ele se sente doente” - fisicamente cansado e precisando que você o afaste das perturbões?

Ela se sente em uma “prisão- temerosa e deprimida, precisando de alguma segurança e intervenção?

O amor está disposto a sacrificar-se para ver que as necessidades do seu cônjuge têm o seu melhor esforço e foco. Quando sua esposa ou seu marido encontra-se oprimido (a) e sobextrema pressão, o amor lhe convida a colocar de lado o que é mais essencial em sua própriavida para ajudar, mesmo se for simplesmente a atenção em uma conversa.Geralmente,ele só precisa falar sobre o problema até que tudo seja acordado. Ele precisaver em seus olhos atenciosos que você realmente se importa com o que isso está custando a ele, e leva a sério o fato de ajudá-lo a encontrar respostas. Ele precisa que você ore com ele sobre oque fazer, e então acompanhar a questão para ver como ela está se resolvendo.

As palavras “Como posso ajudá-lo?precisam estar na ponta de sua língua.A solução pode ser simples e fácil de fazer, ou pode ser complexa e custosa, exigindotempo, energia e muito esforço. Em ambos os casos, você deve fazer o máximo para suprir as verdadeiras necessidades daquele que é parte de quem você é. Afinal de contas, quando você ajuda seu cônjuge, você também está se ajudando. Essa é a parte bela de se sacrificar pelo seu cônjuge. Jesus fez isso por nós e Ele estende a Sua graça para fazermos o mesmo pelos outros.Quando os cristãos do Novo Testamento começaram a caminhar em amor, a vida de todos eles foi marcada por comunhão e sacrifício. As batidas de seus corações eram para adorar ao Senhor e servir Seu povo. “Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um”(Atos 2:44-45).

 Como Paulo disse à uma dessas igrejas uma década mais tarde, Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas(2 Coríntios 12: 15). As vidas que foram ressuscitadas da morte pelo sacrifício de Jesus devem estar prontas e dispostas a se sacrificarem diariamente para suprir as necessidades dos outros.

Espero que tenham gostado deste capitúlo do livro “Desafio do amor”

SEXO ANTES DO CASAMENTO I

Eu como pastora de Jovens, tenho me preocupado muito com este assunto. Isso não é nada novo, porém ultimamente esta pratica tem sido banalizada e levada como algo”normal”. Aliás, esta palavra normal está cada vez mais “infernal”. Como dizia antes esta pratica dentro da Igreja tem me tirado o sono, me pergunto todos os dias , onde iremos parar e o que fazer? Como ter um relacionamento sem defraudação?

 

I Tessalonicenses 4

3 A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual.

4 Cada um saiba controlar o próprio corpo de maneira santa e honrosa,

não com a paixão de desejo desenfreado, como os pagãos que desconhecem a Deus.

5 Neste assunto, ninguém prejudique a seu irmão nem dele se aproveite. O Senhor castigará todas essas práticas, como já lhes dissemos e asseguramos.

6  Porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade

Como é que devemos viver e agradar a Deus? Conforme
o verso 3, a vontade de Deus é a nossa santificação. Isto
quer dizer, pureza moral. É a separação dos padrões imorais
da sociedade e a aceitação do padrão de Deus. Paulo está di-
zendo que Deus quer que dediquemos nossa vida a Ele e
que nos abstenhamos da prostituição. Paulo não está falan-
do só da comercialização do sexo pelas mulheres na rua,
mas, da imoralidade sexual, seja em palavra ou ação.

Em pesquisa realizada entre os jovens evangélicos do Bra-
sil, descobri que uma grande porcentagem deles, até 21 anos
de idade, tiveram relação sexual com suas namoradas. Paulo
está dizendo que Deus quer que vivamos nossa vida com pu-
reza moral. No verso 4, ele explica que “cada um de vós sai-
ba possuir seu próprio corpo” (a tradução antiga diz “o seu
vaso”, mas na língua original podemos deduzir que significa
corpo).

Devemos aprender como nos relacionar na área física,
não apenas na área do namoro. Paulo fala no verso 5, “não
com o desejo de lascívia”, para mostrar que essa é a manei-
ra errada do homem iniciar seu casamento.

Os pagãos dos dias de Paulo conheciam deuses tão imo-
rais quanto eles. Quando iam adorar no templo, mantinham
relações sexuais com as prostitutas do templo.

Quando Paulo fala, “e que nessa matéria” sobre o que es-
tá falando? Ele se refere ao nosso relacionamento físico e
nos exorta a tomar cuidado pois podemos ofender e/ou de-
fraudar nosso irmão. A palavra defraudar significa tirar van-
tagem sobre o outro. Há várias maneiras de se defraudar,
mas Paulo está falando aqui de uma defraudação sexual. De-
fraudar, significa excitar, ou despertar desejos sexuais na
outra pessoa, que não podem ser satisfeitos dentro da von-
tade de Deus, que é o casamento.

A palavra defraudar, também significa utilizar como se
fosse sua, a propriedade de outra pessoa. Jovem, seu noivo(a),
não é sua propriedade. Ele(a) pertence ao Senhor. Portanto,
promiscuidade antes do casamento representa roubar do ou-
tro a sua virgindade, que deve ser levada para o casamento.
Isso é defraudar. Você pode dizer: “Mas ela(e) vai ser minha
esposa(o)!” Como você tem certeza? E, mesmo tendo certe-
za, Deus disse que é contra esse procedimento entre pessoas
solteiras. Ele é o vingador. Nós fomos chamados, não para a
impureza, mas para novidade de vida.

O limite para o relacionamento antes docasamento é “Não defraude”.Epara que isso aconteça é preciso uma conversa verdadeirade ambos, para estabelecer um limite. É preciso que alguem “santo” diga:-Vamos parar por aqui.  Tudo o que está acontecendo hoje no seu relacionamento vai refletir no seu casamento e até mesmo na criação com seus filhos.

Muitas vezes aconselhei casais que por terem comido o bolo quente ou seja  ter defraudado, passado dos limites no namoro,quando se casam vivem em desconfiança, sentimento de culpa,brigas e frustações. E na criação dos filhos, é impressionante que muitos, mais muitos dos pais que viveram um relacionamento sem regras, veem seus filhos em situações paraecidas.

Quantas e quantas pessoas voces conhecem que reproduziram a históriade fracasso dos seus pais , com detalhes muito semelhante e ainda muitos destes jovens chegam a dizer para mim , em sala de aconselhamento:_Minha mãe não tem moral para falar comigo sobre isso, a história só está se repetindo…

É preciso pensar antesde defrauar alguem, as consequencias ficam e podem ser pra sempre.

  Salonica Ngombo

CASAMENTO – Havia um vazamento

Ontem, a minha esposa me informou que tínhamos recebido uma conta de água com um valor exorbitante, mais de dois mil reais. Depois de alguns testes, concluímos que em algum lugar havia um vazamento. Hoje, quando o rapaz que faz manutenção em nosso jardim chegou, pedimos para que ele fizesse uma busca a fim de encontrar o vazamento. Como ele conhece bem onde passa o encanamento em nosso quintal, não demorou muito para que ele encontrasse o lugar onde a água estava vazando por baixo da terra.

Entre receber a conta que me assustou e detectar o lugar do vazamento, perdemos mais de trezentos mil litros de água. O que eu aprendi com essa experiência:

1. Por mais bem feita que seja a casa e o casamento, vez ou outra seremos surpreendidos por problemas na instalação.

2. Nunca pague uma conta sem conferir o por que daquele valor tão alto. O valor da conta pode nos revelar “vazamentos”.

3. Feche o registro. Assim que chegou a “conta” nos informando de que havia um problema, fechamos o registro impedindo que o vazamento continuasse. O segredo para proteger o casamento da falência, é fechar o registro assim que for informado que há um problema de vazamento. Estancar o vazamento… O casal precisa ser rápido e agir com inteligência para que o prejuízo não seja ainda maior. Casamentos falem quando o casal sempre deixa para depois o que precisa ser feito agora.

4. Chame pessoas experientes que possam lhe ajudar a encontrar onde está ocorrendo o vazamento. O nosso jardineiro tem muito mais experiência como “descobridor de vazamentos” do que nós. Bastou ele fazer alguns buracos no lugar mais úmido e logo o lugar do vazamento apareceu. Busque ajuda de pessoas que tem mais experiência.

5. Concerte o vazamento e nunca ache caro aquilo que irá estancar um prejuízo incalculável a longo prazo.

6. Não deixe de fazer manutenção regular na sua casa. Assim também é com o casamento, precisamos estar fazendo manutenção constantemente.

Hoje eu lhe convido para fazer uma avaliação em seu casamento. Será que você não vem pagando “contas altíssimas”, sofrendo um empobrecimento a cada dia, só porque não está conferindo, avaliando, calculando, repensando? Há pessoas que passam a vida tendo prejuízo se escondendo atrás de uma desculpa “muitos pagam mais do que eu” – “aqui a vida é assim mesmo” – “isso não tem jeito, nem adianta ir atrás”. Assim como eu resolvi tudo em dois dias e estanquei aquilo que poderia me empobrecer, no casamento agente deve agir, ter atitude, ser rápido na busca da solução, acreditando que sobre tudo, Deus tem interesse em nossa alegria e felicidade. Pare de pagar “contas altas” se é possível você concertar aquilo que está provocando grandes prejuízos. Que Deus abençoe a sua vida com toda sorte de bênção!

Texto de Josué Gonçalves
Publicado Primeiro no Família e Graça

O que os pais devem saber sobre a Internet?

UM ARTIGO UM POUCO EXTENSO MAIS MUITO INTERESSANTE
 
David Clark é consultor na área de tecnologia, inteligência artificial e análise de riscos – sua empresa presta serviços para os governos dos EUA e do Reino Unido. Clark serviu por muitos anos como membro do Conselho da Editora britânica Evangelical Press e faz parte do conselho editorial do ministério Christian Hymns.

Parte 1 – Uma Visão Panorâmica

Não é exagero sugerir que a Internet tem se tornado uma parte indispensável da vida moderna dos negócios. Ela não somente é uma ferramenta de negócios, como também alcança muitos lares tanto no Reino Unido quanto ao redor do mundo. Na Europa, 390 milhões de pessoas têm acesso à Internet em suas casas – aproximadamente metade da população.[i] No Reino Unido, esse número sobe para 71% das moradias, e nos Estados Unidos, para 74%. Hoje em dia, estima-se que um bilhão de pessoas possuam acesso à Internet.[ii] Em outras palavras, algo em torno de um sexto da população mundial, potencialmente, possui acesso a qualquer coisa que possa ser postada numa página da Web.

Qual é o problema?

Alguém poderia perguntar: Então, qual é o problema?

Em março de 2008, a Dra. Tanya Byron, uma psicóloga inglesa, publicou o resultado de um estudo autorizado pelo governo (O Relatório de Byron), que tinha o objetivo de “fazer uma resenha sobre as evidências dos riscos que a exposição a materiais prejudiciais ou inapropriados na Internet pode causar à segurança e ao bem-estar das crianças… recomendar melhorias ou ações adicionais.[iii] O relatório concluiu que não se pode garantir que “a Internet seja completamente segura”.[iv]

 Em 2006, havia mais de quatro milhões de sites de pornografia, sendo que 100 mil deles ofereciam pornografia infantil ilegal.[v] A popular revista americana Christianity Today sugere que 70% dos homens americanos, com idade entre 18 e 34 anos vêem pornografia na Internet uma vez por mês. [vi] O mesmo artigo continua explicando que as igrejas não estão imunes ao problema. “Um líder evangélico era cético sobre as descobertas das pesquisas de que 50% dos homens cristãos haviam visto pornografia havia pouco tempo. Por essa razão, ele fez um levantamento em sua própria congregação. Descobriu que 60% dos homens haviam visto pornografia ao longo do ano anterior, e 25% deles, nos 30 dias anteriores”.

 A revista TIME, num artigo recente, intitulado Adultery 2.0 (Adultério 2.0) explica que agora há websites que são desenvolvidos com aplicativos (apps) para iPhone e Blackberry que se concentram em ajudar os adúlteros cautelosos a não deixarem rastros nos computadores do trabalho ou de casa”. “Nunca foi tão fácil enganar” é o apelo do site pessoal AshleyMadison.com, desenvolvido para facilitar casos extraconjugais.[vii]

 A lista continua, com repetidas advertências para que tenhamos cautela com crimes na Internet e identifiquemos golpistas e pedófilos, entre outras coisas. É de se admirar que a maioria dos pais questionem se as redes de relacionamentos com as quais seus filhos gastam muito tempo são seguras? Será que eles deveriam deixar seus filhos usar celulares, dadas as recentes advertências da polícia em relação à prática do envio de “SMSs sexuais”, por meio dos quais os jovens enviam fotos explicitamente indecentes uns aos outros?[viii]

 O que devemos fazer? Há uma resposta Bíblica para isso? De que forma os pais podem enfrentar esses problemas quando há tamanha discrepância entre a geração jovem e esperta da Internet e a maioria dos pais?Este artigo apresenta uma visão panorâmica desses assuntos, com artigos subseqüentes que explorarão áreas-chave como redes de relacionamentos, vício em Internet, relacionamentos virtuais, jogos de azar, pornografia, uso de blogs, etc. Essas coisas estão moldando as vidas de muitos ao nosso redor, e precisamos saber tanto o que está acontecendo quanto como lidar com essas questões em nossa família, igreja e cultura.

 Há algo de bom nisso?

Claro que há! A Internet tem criado inúmeras oportunidades de se testemunhar para as pessoas ao redor do mundo. Conforme notamos anteriormente, agora podemos levar o evangelho de Jesus Cristo a milhões de pessoas, sem sair de nosso escritório ou de nossa casa! Numa conferência recente, Mark Driscoll, pastor da igreja Mars Hill, em Seatle, nos Estados Unidos, habilmente destacou isso ao comentar que “a Internet tem aberto uma oportunidade completamente nova para comunicar o evangelho às nações da terra”.[ix] Mars Hill é o exemplo de uma igreja que busca usar essas novas oportunidades de forma ilimitada. Ela dispõe de um aplicativo próprio para iPhone, por meio do qual se pode ter acesso à toda sua biblioteca virtual, sermões sobre vários tópicos e outras coisas.

Hinos, múltiplas versões da Bíblia e artigos sobre todos os tópicos teológicos que se possam conceber estão todos disponíveis na Internet, por meio de um clique num botão. Qualquer um pode sentar-se em frente a um computador e descobrir informações sobre quase toda igreja ou organização cristã que há no mundo. Os missionários e as organizações para-eclesiáticas têm conseguido reduzir drasticamente os seus custos, utilizando e-mail e websites para transmitir informações aos seus mantenedores. Um website evangélico conservador, o sermonaudio.com, dispõe de centenas de sermões que vão desde MacArthur até Spurgeon (leia isso com entonação americana!), e centenas deles são acrescentados a cada semana. Há blogs, fóruns de discussão, vídeos e cursos cristãos online. E a lista continua. Podemos nos conectar a outros cristãos pelo twiter, criar eventos no Facebook ou falar “cara-a-cara” com um amigo ou um missionário de qualquer parte do mundo, usando uma câmera de vídeo. Em seu cerne, a Internet é uma ferramenta de comunicação, e as boas novas dizem respeito a comunicar às pessoas as verdades maravilhosas de Jesus Cristo. 

O que é a Internet?

Antes de irmos muito além, precisamos desmistificar a Internet. Em seu âmago, ela é bem simples, embora existam muitas tecnologias complexas em sua manutenção. Pense no sistema postal. Você escreve uma carta, ou pior, recebe uma multa! Alguém coloca um pedaço de papel num envelope, põe o endereço e o sistema postal a entrega em sua caixa de correios. Agora imagine, por exemplo, que você deseje comprar uma camiseta nova de uma empresa localizada em algum lugar do país. Você poderia escrever-lhes uma carta com informações sobre o seu tamanho e suas preferências. Eles poderiam lhe responder, enviando uma foto de uma de suas camisetas. Talvez, quando você visse a foto, você decidisse que não gostou da aparência daquela camiseta específica e escrevesse novamente para eles pedindo um outro tipo de camiseta. Então, eles lhe mandariam uma foto de uma camiseta diferente, e assim por diante. Certamente, utilizar o sistema postal dessa maneira seria extremamente lento e ineficiente. É por essa razão que muitas empresas simplesmente enviam seus catálogos com todos os seus produtos. No entanto, esse exemplo ilustra como a Internet funciona. Sem entrar nos detalhes técnicos, basta dizer que cada computador tem o seu endereço individual, assim como no sistema postal. A Internet age como uma versão eletrônica do serviço postal, enviando informações, uma página a cada vez. Só que muito mais rápido! As páginas ou outras informações como arquivos de áudio e vídeo são armazenadas num servidor e distribuídas conforme a solicitação de cada usuário – normalmente, navegamos pelas páginas por meio de parâmetros de busca ou conexões, nos quais podemos clicar, na tela do computador, que são chamados de hyperlinks. É lógico que o melhor lugar para se obter informações sobre a Internet é… na Internet!  Foram a rapidez e a facilidade de uso que possibilitaram a existência dessa rede tão difundida de computadores, empresas e pessoas interconectadas.

 Como isso aconteceu?

Em 2 de setembro de 2009, a Internet completou 40 anos.[x] No entanto, conforme demonstra claramente o gráfico abaixo, é provável que a maioria das pessoas tenham começado a utilizá-la entre 5 e 10 atrás, não mais do que isso.[xi] A transição do papel e do telefone para as comunicações instantâneas online, e-mails, pesquisas na Web e redes de relacionamento foi imperceptível; foi uma transição gradual.[xii]Entretanto, poderíamos argumentar que o impacto dessa mudança tem sido provavelmente tão significativo quanto as redes de estradas construídas pelos romanos, a imprensa escrita, o aparecimento do rádio, da televisão, do carro e das viagens aéreas. A questão não é a respeito de quanto tempo podemos gastar em frente do computador em oposição ao tempo que gastamos assistindo televisão. A Internet afeta a maneira como nos relacionamos uns com os outros, toda a infra-estrutura comercial, a viabilidade das informações, a forma como aprendemos e a forma como recebemos as notícias, entre outros impactos. E o mais importante é que não se pode voltar atrás. O que foi feito, foi feito…

Usuários da Internet por habitante de 1997-2007

 Como os cristãos devem reagir?  É claro que, na Bíblia, não há menção alguma sobre a Internet. Mas a Bíblia não é um livro obsoleto. A palavra de Deus não perdeu de repente a sua relevância. Em vez disso, a Bíblia não somente fornece mandamentos claros, como também princípios que são invioláveis; orientações para todas as vidas, em todos os tempos. A Bíblia fala sobre domínio próprio (2 Pe 1.6), sobre nossa fraqueza e facilidade com que caímos no pecado (Tg 1.14), sobre remir o tempo (Ef 5.15-16) e sobre aproveitarmos as oportunidades ao máximo (Gl 6.10). Nesta série de artigos, tencionamos buscar aplicações para esses princípios na forma como nos aproximamos da Internet e a utilizamos e observar os perigos, bem como as oportunidades que ela nos oferece. No próximo artigo, examinaremos o modo como usamos a Internet para nos comunicar.   Abrangeremos desde e-mails até os SMSs sexuais, desde as videoconferências às mensagens instantâneas, e concluiremos com conselhos positivos, úteis e práticos.

 Um Conselho Prático  A Internet não somente pode viciar, como muitas outras atividades o fazem, mas também pode trazer um risco em particular, o risco de estilhaçar a unidade familiar, principalmente quando há muitos computadores numa casa. Cada membro da família gasta tempo individualmente com seus próprios amigos online, em salas de bate-papo, enviando e-mails ou postando mensagens nas redes de relacionamentos. Para evitar que isso aconteça, por que não tentar separar uma noite na semana como a “noite da família”, em que todos os membros da família estejam envolvidos numa atividade juntos. As atividades podem incluir, por exemplo, um jogo, uma caminhada ou milhares de outras coisas que a família possa fazer junta. No entanto, a presença de todos é estritamente obrigatória!

Fonte: http://www.editorafiel.com.br

Uma mulher de atitudes nobres – Noemi (Parte I)

Uma mulher como nós

Vamos falar de uma mulher como uma de nós, que teve que tomar serias decisões, que errou, acertou, chorou, sorriu, perdeu e ganhou.Uma mulher forte, capaz de superar a solidão , a escassez .

Noemi(Agradável)

Noêmi era uma mulher do povo de Israel. O marido de Noemi chamava-se Elimeleque. Tinham dois filhos, Malom e Quiliom. Durante o tempo dos juízes, havia fome em Israel, então Elimeleque pegou sua mulher e seus filhos e foi para a terra de Moabe. Ele saiu de Belém, que significa “Casa do Pão”, para procuarra pão em outro lugar.

1- Todas nós precisamos de  sabedoria para tomar uma decisão.Nunca é bom tomar decisões em tempo de crise, se não for por absoluta direção de Deus.

Foi um tempo de tomar decisões difíceis e infelizmente, erradas. Saiu de sua terra, Belém com seu marido e filhos e foi habitar em uma terra distante Moabe, com um povo que sistematicamente fazia guerra contra Israel e um povo que não adorava ao Deus de Israel., em busca de trabalho e provisão.

Noemi precisou tomar esta decisão , juntamente com seu esposo.Nem sempre há felicidade, onde aparentemente tem properidade.  Tem como passar momentos difíceis com alegria e sperança em Deus. Mais normalmente queremos fazer o que esta em nosso coração, e mulher gota disso ne?

Freqüentemente o povo de Deus deixa o lugar de Deus por causa da miséria, mas isso é sempre um erro. Os sofrimentos fora do plano de Deus serão sempre maiores mesmo que sejam de uma natureza diferente.

Qual a decisão que você  precisa tomar me sua vida? Você buscou o auxílio de Deus?

Decisões não podem tomadas pelo coração. Temos que aprender enfrentar as dificuldades sem fugir delas. Fugir nem sempre é a melhor escolha..

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